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APCEF/SC

Andamento da Ação por isenção tributária

Os autos do processo impetrado pela Apcef/SC, na ação coletiva que pede o fim da bitributação do IR (Imposto de Renda), dos participantes e assistidos da Funcef está nas mãos do juiz Alcides Vettorazzi, da 2ª Vara Federal de Florianópolis aguardando sentença. A ação coletiva

Floripa Sup Club Stand Up Paddle Surf Club

A Apcef-SC firmou parceria com Floripa Sup Club Stand Up, que garante desconto de 50% para as aulas e aluguel de stand Up. Aulas e aluguel de Stand Up Paddle, na Lagoa da Conceição ou no mar, na praia com a melhor condição do dia,

I do Code

A Apcef/SC e a Escola de Tecnologia I Do Code firmaram uma parceria a qual associados Apcef/SC possuem 10% de desconto sobre o valor das mensalidades e 50% de desconto na matrícula. O desconto será concedido mediante apresentação da declaração atualizada ou carteirinha de associado

PDC 956/2018, CONCORDO!

Apoie o projeto que susta norma prejudicial aos planos de saúde das empresas públicas

Notícias direto da

FENAE

Chegou a semana dos eletrodomésticos no Clube de Vantagens da Fenae e das Apcefs

Nesta semana, o Clube de Vantagens da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e das Apcefs firmou uma série de parcerias com diversas marcas de eletrodomésticos, oferecendo descontos especiais que chegam a até 50%.
Essa é uma ótima oportunidade para empregadas e empregados da Caixa, associados às Apcefs, renovarem os itens de suas cozinhas com equipamentos modernos e de alta eficiência.

Geladeiras, lava e seca, micro-ondas e filtros de água são alguns dos itens imperdíveis na Semana dos Eletrodomésticos, disponíveis no Clube de Vantagens para os associados.

A Atlas Eletrodomésticos está oferecendo 20% de desconto. Com isso, o forno elétrico de bancada Prático, de 70 litros, 110 V, que estava sendo vendido a R$ 1.119,00, pode ser adquirido por R$ 839,25. Já o micro-ondas Ideal+ Panasonic ST25, com tecnologia antibactéria e capacidade de 21 litros, pode ser adquirido por R$ 649,00.

O robô aspirador, queridinho das casas brasileiras, também está com um ótimo desconto. O modelo Ropo Sense, com tecnologia LiDAR e bivolt, que estava sendo vendido por R$ 1.262,10, pode ser adquirido por R$ 1.072,79.

A geladeira Duplex Evolution, da Samsung (modelo RT38, bivolt, Black Inox), que custa R$ 3.899,00, pode ser adquirida por R$ 3.628,05. Já a lava e seca LG VC5, de 12 kg, na cor branca, com Inteligência Artificial AI DD, passou de R$ 3.704,05 para R$ 3.333,65.

Confira essas e outras promoções para deixar sua casa moderna, totalmente equipada e com máxima eficiência. Da cozinha à lavanderia, equipe seu lar com as marcas mais desejadas utilizando os benefícios exclusivos do Clube de Vantagens da Fenae e das Apcefs.
Os produtos, valores e condições de pagamento são disponibilizados pela empresa parceira e podem sofrer alterações. Para conferir todas as ofertas, verificar as regras e garantir o desconto, basta acessar o Clube de Vantagens Fenae e Apcefs no site: www.fenae.org.br/convenios.  
 




Projeto Viva Mulher Segura semeia autonomia, acolhimento e esperança em Samambaia/DF

Há projetos que deixam marca. E há projetos que criam raízes. Em Samambaia, no Distrito Federal, o Viva Mulher Segura faz exatamente isso: planta acolhimento, fortalece vínculos e abre caminhos para que mulheres em situação de vulnerabilidade reencontrem autoestima, autonomia e a certeza de que não estão sozinhas.
 
No último sábado (25), o Encontro Solidário promovido pela Fenae, Apcef/DF, ONG Moradia e Cidadania, a Wiz, o Instituto Viva Mulher Direitos e Cidadania e empregados Caixa transformou a comunidade em um espaço de alegria, união e reconhecimento. A programação incluiu café da manhã coletivo e a entrega de ovos de Páscoa às crianças filhas das mulheres atendidas pelo projeto.
 
Ao falar sobre a iniciativa, o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, resumiu o propósito do projeto. “A gente precisa gerar possibilidades e oportunidades para que as pessoas possam ter uma vida mais digna, possam sonhar com um mundo mais justo, melhor e com mais igualdade”, disse. Ele reforçou um desejo que traduz o objetivo do projeto. “Que um dia projetos como esse não precisem mais existir porque as mulheres possam, simplesmente, viver com segurança, dignidade e liberdade”.

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Presidente do Instituto Viva Mulher Direitos e Cidadania, Lúcia Bessa destacou que o impacto do projeto está na transformação concreta da vida das pessoas. “O que vocês estão fazendo aqui com as mulheres e crianças é transformação de vidas. Nós não somos números. Somos mulheres, meninas, crianças e jovens que nos colocamos à disposição para mudar a existência de nós mesmas, das nossas famílias e da nossa comunidade”, afirmou.
 
O presidente da Moradia e Cidadania, Laurêncio Körbes, ressaltou a autonomia construída ao longo do processo. “Vale a pena fazer. Agora vocês já têm autonomia para continuar. Nós vamos seguir juntos até o final do ano nesse projeto, depois apoiaremos outra comunidade. E vocês vão seguir em frente”, disse.
 

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Presidente da Apcef/DF, Herculano Bala destacou que, embora esse ciclo do projeto esteja chegando ao fim, o que foi construído permanece. “Nós plantamos uma sementinha, e ela já está dando frutos. Agora vocês não podem deixar de regar essa plantinha. Isso é bom para vocês e é bom para todos”, afirmou.
 
Representando a Wiz, parceira da iniciativa, a superintendente Carol Lopes reforçou o compromisso com a continuidade do apoio. “Para a Wiz é um presente estar aqui com vocês. Apoiá-los é uma alegria, e vocês podem contar com a gente sempre”, disse.
 
Mas foram as vozes da própria comunidade que deram a medida mais exata do impacto. Kelly Gonçalves Feitosa resumiu o que encontrou no Viva Mulher. Ela disse que o Viva Mulher Segura entrou em sua vida como “um refúgio, uma segurança”. “Hoje sabemos dos nossos direitos, sabemos até onde podemos ir, e aprendemos coisas que podem transformar nossa vida”, descreveu.
 
Talvez esteja aí a maior conquista do projeto - criar condições para que o cuidado floresça em autonomia. “Quando um projeto consegue transformar acolhimento em força e aprendizado em autonomia, ele deixa de ser apenas projeto. Vira caminho”, concluiu Takemoto.




Em reunião com presidente do banco, Fenae cobra transparência e revisão de critérios do Bônus Caixa e Super Caixa

O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, se reuniu com o presidente do banco, Carlos Vieira, nesta sexta-feira (24), para cobrar mais transparência e revisão dos critérios adotados no pagamento do Bônus Caixa e do programa SuperCaixa. 

O encontro contou com a participação da representante dos empregados no Conselho de Administração do banco, Fabiana Uehara; a diretora da Apcef/SP, Fernanda dos Anjos e do diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília, Guilherme Simões. Pela Caixa, além de Vieira, participaram a Assessora Estratégica da Presidência, Salete Cavalcanti; a Vice-Presidente de Pessoas (Vipes), Adriana Velloso e o representante da Vice-Presidência de Varejo (Vivar), Hugo Kaneshiro.

Os representantes dos empregados apresentaram relatos de empregados que apontam inconsistências nos critérios de avaliação e pagamento dos programas, além de situações em que trabalhadores se sentiram prejudicados ou não contemplados.

Sergio Takemoto reforçou que a atuação das entidades é uma resposta direta às demandas dos empregados e defendeu que os programas sejam debatidos de forma coletiva. “Não dá para aceitar que a Caixa imponha, de forma unilateral, critérios de pagamento e avaliação. Queremos transparência, critérios justos e, principalmente, participação das entidades representativas na construção desses programas”, afirmou.

O presidente da Fenae também ressaltou que o papel das entidades não substitui a mesa formal de negociação. “Não estamos aqui para substituir a mesa de negociação. O que queremos é qualificar o debate e garantir que tudo aquilo que impacta os empregados seja discutido com suas representações legítimas”, completou.

Para Fabiana Uehara, a principal cobrança é por critérios objetivos e comunicação mais transparente. “Falta um parâmetro claro. Quando isso não existe, a expectativa dos empregados é frustrada. Precisamos entender quais são os critérios, como são feitas as avaliações e por que há casos de pessoas que não receberam o bônus”, pontuou a representante dos empregados no CA do banco. Ela também destacou a importância de a empresa dar retorno estruturado às agências e aos trabalhadores sobre os resultados dos programas.

Os questionamentos levados pela representação refletem um sentimento generalizado na base, como destacou a presidenta da Agecef/SP, Fernanda dos Anjos. “Levamos vários casos recebidos por meio de grupos, e-mails e chamados abertos. São situações em que os empregados não perceberam justiça ou clareza nos critérios adotados”, afirmou. Ela destacou ainda que há uma percepção de tratamento distinto entre o Bônus Caixa e o Super Caixa, o que tem gerado dúvidas e frustração entre os trabalhadores.

Um dos encaminhamentos da reunião foi a retomada do grupo de trabalho que vinha analisando casos relacionados ao Super Caixa, especialmente aqueles que tiveram contestação ou não receberam o pagamento. A Caixa também sinalizou a possibilidade de reavaliar o programa ainda este ano.

A direção da Caixa reconheceu a necessidade de avançar no diálogo e indicou a criação de um fórum permanente para tratar do tema, além da retomada do grupo de trabalho. O presidente Carlos Vieira afirmou que o banco está em processo de ajuste das métricas e que o objetivo é corrigir distorções. 




Direitos de quem materna ganham destaque em cartilha apresentada à Fenae e Apcefs de todo país

Os direitos das mães no mercado de trabalho foi tema de reunião com o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), os presidentes das Apcefs e os coordenadores da ONG Moradia e Cidadania de todo o Brasil. Durante o encontro on-line, realizado na tarde de quinta-feira (23/4), foi apresentada a cartilha “Maternagem e o Mundo do Trabalho: Conheça seus direitos”, uma publicação da LBS Advogadas e Advogados e a Associação de Docentes da UNICAMP (ADunicamp), em parceria com o Ministério das Mulheres. A publicação está  disponível na plataforma Fenae Transforma , para acesso de gestores e beneficiárias dos projetos sociais.

A cartilha foi apresentada pela advogada Luciana Lacerda Baptista Barreto, da LBS Advogados. Durante a palestra, ela detalhou o conteúdo da publicação e explicou os principais direitos das mães no mundo do trabalho, abordando temas como violência obstétrica, direito à creche, situação de mães encarceradas e de mulheres em situação de rua. Também destacou práticas recorrentes no ambiente profissional, como a pressão por desligamento após a licença-maternidade ou dificuldades na progressão de carreira, realidade enfrentada por muitas mulheres, especialmente no setor bancário.

Durante o encontro, o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, destacou a importância de ampliar o acesso à informação como forma de fortalecer a luta pelos direitos das mulheres. “Para exercermos nossos direitos, precisamos conhecê-los. Quando falamos dos direitos das mulheres, mais do que nunca é necessário ampliar a divulgação dessa cartilha. Sem dúvida, precisamos trabalhar na conscientização, porque só assim conseguiremos fortalecer essa luta”, afirmou.

A diretora de Impacto Social, Giselle Menezes, reforçou a importância da Plataforma Fenae Transforma como ferramenta para ampliar o acesso ao conhecimento, contribuindo para a formação e o fortalecimento dos projetos desenvolvidos nos territórios.

“É isso que temos trabalhado continuamente, incentivando o uso dos aplicativos e da plataforma Fenae Transforma. Integrar iniciativas como a campanha Fenae com Elas reforça nosso compromisso de levar informação às comunidades”, destacou.

Segundo a advogada Luciana, a cartilha foi construída a partir da escuta de diversos coletivos e grupos de mulheres: indígenas, negras, trabalhadoras domésticas, além de sindicatos da categoria. Além disso, ela dialoga com mães pela diversidade, mães de crianças com deficiência e pessoas trans. 

“É um material que reúne essas diferentes vozes e experiências para construir um conteúdo mais amplo, representativo e conectado com a realidade. É também um instrumento de informação sobre as violências e sobre os direitos das mulheres como um todo, inclusive como forma de ajudar a romper o ciclo da violência. Esse debate dialoga diretamente com a pauta do Feminicídio Zero, encampada tanto pelo Ministério quanto pelo governo federal”, explicou a advogada Luciana. 

A diretora da Fenae, Lourdes Barboza, destacou a importância da cartilha como instrumento de diálogo e formação, capaz de conectar diferentes públicos, que vai desde participantes dos projetos sociais até empregados da Caixa, e em contribuir para a ampliação do conhecimento sobre direitos. Segundo ela, o material também fortalece a realização de rodas de conversa e espaços de escuta, fundamentais para esclarecer dúvidas e compartilhar experiências.

“A cartilha dialoga com todas nós, com as mulheres dos projetos, com empregadas e empregados da Caixa, e é fundamental que seja lida e debatida. Muitas de nós fomos mães em um período em que vários desses direitos ainda não existiam, por isso é tão importante se atualizar e levar essa informação adiante”, disse Lourdes. 

“O futuro é construído por pessoas, e isso passa diretamente pelo cuidado com a infância, a adolescência e pela valorização da maternagem. É uma responsabilidade de toda a sociedade. Precisamos fortalecer essa pauta, cobrar políticas públicas e garantir que mulheres e famílias tenham acesso a seus direitos. Esse material é mais uma ferramenta para apoiar esse processo e promover uma transformação real na vida das pessoas”, finalizou a diretora. 

Para o presidente da ONG Moradia e Cidadania, Laurêncio Körbes, a iniciativa da Fenae de compartilhar o conteúdo da cartilha com as Apcefs e com os coordenadores estaduais da ONG é fundamental para fortalecer o trabalho desenvolvido nos territórios.

“A cartilha trata de um conceito muito importante, que é a maternagem. À primeira vista, pode parecer uma palavra difícil, mas ela diz respeito a tudo que envolve o cuidado, o acolhimento, o exercício de ser mãe e, mais do que isso, o cuidado com as pessoas de forma ampla. Esse olhar contribui diretamente para o fortalecimento dos projetos que desenvolvemos nas coordenações em todo o Brasil”, reforçou Körbes.

Futuro Brilhar

Para fortalecer a campanha e ampliar o engajamento de empregados da Caixa, aposentados, pensionistas e da sociedade civil em geral, acesse o site Futuro Brilhar: https://futurobrilhar.fenae.org.br/. Na plataforma, os doadores encontram informações sobre a campanha, os projetos em andamento e notícias relacionadas.

Canal da Fenae no WhatsApp

Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da Fenae e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae.




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