APCEF/SC

Comissão de Acompanhamento Permanente da Funcef
A Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal de Santa Catarina -Apcef/SC, e o Sindicato dos Bancários de Florianópolis, SEEB criaram a Comissão Permanente de Acompanhamento da Funcef, em julho de 2016. A Comissão tem por maiores objetivos acompanhar atentamente as atividades da Funcef e










Presidente da Anapar afirma que déficit não é rombo
Participantes ativos e aposentados da Funcef reuniram-se esta semana na sede do Seeb Floripa, na 2ª Reunião da Comissão de Acompanhamento Permanente da Funcef. O encontro trouxe o presidente da Anapar e ex-diretor da Funcef, Antonio Braulio de Carvalho, que ministrou a palestra Conjuntura atual

Comissão terá palestra com o presidente da Anapar
Palestra com presidente da Anapar e 2ª Reunião da Comissão da Funcef acontecem dia 15, no SEEB Floripa A Comissão de Acompanhamento da Funcef de SC trará o presidente da Anapar, Antonio Braulio de Carvalho, para ministrar a palestra Conjuntura atual e impactos na Funcef

Comissão Permanente reforça mobilização contra o PLP 268
No dia 2 de julho participantes da Funcef reuniram-se às 10h na sede da Apcef/SC, em Jurerê, para a primeira reunião da Comissão de Acompanhamento Permanente. Para Marco Zanardi, presidente da Apcef/SC, a primeira reunião foi produtiva dentro do objetivo de reunir os interessados no
APCEF/SC Jurerê
FENAE

Caixa suspende eleição para representante dos empregados no CA e anuncia novo período de votação
A Caixa informou que a eleição para representante dos empregados no Conselho de Administração (CA) do banco foi suspensa e será reiniciada. A decisão foi tomada após a identificação de um erro na base de eleitores utilizada no sistema de votação, que acabou permitindo a participação de aposentados - quando apenas empregados da ativa estão aptos a votar e também impediu que novos empregados registrassem seus votos.
Diante do erro do banco, que prejudicou a eleição e os candidatos, a Caixa informou que o pleito será zerado e reiniciado nesta sexta-feira (6), das 8h às 18h. O processo será interrompido durante o fim de semana e retomado na segunda-feira (9), às 8h, seguindo de forma ininterrupta até terça-feira (10), às 17h. Todos os votos até a suspensão serão anulados. Portanto, os empregados que já votaram devem repetir o voto.
A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) apoia a candidatura de Fabiana Uehara (0001), empregada de carreira da Caixa, com trajetória marcada pela defesa do banco público e dos direitos dos trabalhadores.
O Conselho de Administração da Caixa é a instância máxima de decisões estratégicas que impactam o futuro do banco e de seus empregados. A representação dos empregados no CA é fundamental para garantir a voz dos trabalhadores nas decisões da Caixa.
Como votar:
1. Acesse: eleicaoca.caixa.gov.br
2. Vá até a página da eleição do Conselho de Administração
3. Siga as instruções e use sua matrícula e senha
4. Vote em Fabi Uehara - número 0001
Canal da Fenae no WhatsApp
Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da Fenae e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae .

Erro da Caixa prejudica eleição para Conselheira
O processo para a eleição da representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal começou nesta quarta-feira (4) com um erro grave cometido pelo banco. Logo no primeiro dia de votação, foi identificado novos empregados não estavam conseguindo votar e, aposentados, sim. O banco estava usando a lista de empregados de período anterior. Diante da falha, aguardamos comunicação oficial dizendo que o processo foi suspenso e a participação de 15 mil empregadas e empregadas que registraram seus votos nesta quarta pode ser anulada.
Para as duas maiores entidades de representação e associativa dos empregados, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), o problema é grave e levanta questionamentos sobre a condução do processo eleitoral pelo banco e abre possibilidade de desgaste do processo - ou por descaso com a participação dos trabalhadores ou de qualquer outro tipo de situação que tenha interferido em algum nível o processo eleitoral.
“Caso seja apenas desorganização ou desatenção, o episódio revelaria falta de respeito com os empregados e com a própria eleição. Por outro lado, se houver qualquer outro fator, isso representaria uma ameaça à autonomia da representação dos trabalhadores no Conselho de Administração”, observa o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.
“Um processo eleitoral desta imensidão não pode ser tratado com tamanho desdém. Sequer houve um comunicado oficial sobre como ficará a participação dos colegas. Todos que já haviam votado votarão novamente? Não sabemos, pois tecnicamente, é possível desconsiderar apenas os votos registrados indevidamente”, observou o diretor da Contraf-CUT, Rafael de Castro. “Se não é desdém, o que pode ser? A quem interessa esse tipo de situação na escolha de representante dos empregados? Ficam muitas dúvidas. Inclusive de entender se há interesse de quaisquer monta a restringir atuação da nossa representante?”, questionou o dirigente da Contraf-CUT.
“Seja como for, devemos aguardar comunicado oficial que passa por comissão eleitoral. Mas o que podemos cravar é que o que vimos durante essa quarta feira foi a vontade de todos em votar na Fabi e fortalecer a nossa representante perante a direção do banco", declarou Rafael de Castro.
Prejuízo ao processo democrático
O movimento sindical bancário realiza uma intensa campanha de mobilização para ampliar a participação dos trabalhadores na eleição e fortalecer a atuação da representante dos empregados no Conselho de Administração.
“A suspensão do processo pode afetar a credibilidade da eleição e a participação no processo democrático de escolha da representação dos trabalhadores. Mas não podemos deixar que esta confusão da Caixa nos desmobilize. Se conquistamos 15 mil votos nesta quarta-feira, temos que fazer com que estes 15 mil se multipliquem e a Fabi tenha 30 mil ou mais a cada dia de votação quando o processo for retomado”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco.
A eleição para o Conselho de Administração é considerada estratégica porque garante a presença de uma representante dos empregados no principal órgão de decisão do banco. O colegiado é responsável por deliberar sobre temas estratégicos da instituição, incluindo políticas corporativas, governança e decisões estruturais da empresa.
A legislação que permitiu a presença de trabalhadores nos conselhos de empresas públicas foi estabelecida pela Lei nº 12.353/2010, que determina a participação de representantes eleitos pelos empregados nos conselhos de administração das empresas públicas federais. Na Caixa, o conselho é composto por oito integrantes, sendo apenas um representante eleito pelos empregados, o que torna o processo eleitoral ainda mais relevante para garantir transparência e fiscalização das decisões do banco.
Entidades cobram explicações da Caixa
Diante da gravidade da situação, entidades representativas defendem que a Caixa apresente explicações públicas sobre o ocorrido e esclareça quais medidas serão adotadas para evitar novos problemas.
Para dirigentes do movimento sindical, a situação levanta questionamentos importantes:
• Como um erro desse tipo ocorre em um processo eleitoral deste tamanho?
• Houve falha técnica, erro na elaboração da lista de votantes, ou apenas desdém com o processo?
• Que medidas serão tomadas para garantir a integridade do processo?
Importância da representação dos empregados
A representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Caixa, Fabi Uehara, tem levado ao colegiado temas que afetam diretamente o cotidiano dos empregados e o papel público do banco. Nos últimos anos, ela ampliou os debates sobre condições de trabalho, políticas de pessoal e a defesa da Caixa como banco público.
Por isso, para as entidades, garantir um processo eleitoral transparente, seguro e democrático é fundamental para a legitimidade da representação.

Fenae alerta para falhas na proteção às mulheres após novos dados sobre feminicídio no Brasil
Dados divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que 13,1% das mulheres vítimas de feminicídio no Brasil foram assassinadas mesmo tendo uma Medida Protetiva de Urgência (MPU) em vigor no momento do crime, uma evidência preocupante da fragilidade da proteção às mulheres ameaçadas de violência.
Na semana em que o país celebra o Dia Internacional das Mulheres, a campanha “Fenae com Elas” reafirma a importância da ação coletiva para combater o feminicídio e todas as formas de violência de gênero. Entre os eixos da campanha está justamente o enfrentamento ao feminicídio, a defesa de políticas públicas eficazes e a promoção de redes de apoio às mulheres em situação de risco.
“A cada dado novo divulgado, vemos o quanto é urgente avançar na implementação de políticas que não apenas garantam medidas protetivas, mas que também assegurem sua efetividade”, afirma Sergio Takemoto, presidente da Fenae. “Não basta conceder uma medida, é preciso acompanhar e monitorar para que ela cumpra seu papel de proteger vidas”, defende Takemoto.
Para Rachel Weber, diretora de Políticas Sociais da Fenae, “esse número nos lembra que a violência letal contra mulheres é um problema social que exige articulação entre justiça, segurança pública, serviços de acolhimento e educação. Em muitos casos, a medida protetiva hoje não evita a morte. Precisamos fortalecer todas as frentes de proteção e apoio às vítimas”.
A campanha “Fenae com Elas”, que envolve ações de sensibilização, acolhimento, empoderamento, debates públicos e formação de redes solidárias, busca ampliar o entendimento sobre a proteção das mulheres, tendo como um dos focos o combate ao feminicídio. Além disso, objetiva pressionar por políticas integradas de prevenção, proteção e assistência às mulheres.
Canal da Fenae no WhatsApp
Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da entidade e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae.

Lucro de R$ 16 bilhões em 2025 evidencia papel dos empregados no resultado da Caixa
A Caixa publicou nesta quarta-feira (4) o balanço anual de 2025 com lucro líquido contábil de R$ 16 bilhões, alta de 18,7% em relação ao ano anterior. O lucro líquido recorrente foi de R$ 15,5 bilhões, crescimento de 10,4% na comparação com 2024. Os dados foram analisados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), a pedido da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa).
Segundo o relatório financeiro do banco, o resultado foi influenciado principalmente pelo aumento da margem financeira (+7,4%), pelo crescimento de 28,4% nas receitas de intermediação financeira e pela redução de 6,2% na provisão para perdas associadas ao risco de crédito.
O total de ativos da Caixa cresceu 9,5% em 12 meses, alcançando R$ 2,2 trilhões em dezembro de 2025. O patrimônio líquido teve expansão de 6,8% no período, enquanto a rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE) ficou em 10,7%, com incremento de 0,3 ponto percentual ao longo do ano.
A Carteira de Crédito Ampliada registrou alta de 11,5% em comparação a 2024 e de 3,3% frente ao trimestre anterior, totalizando R$ 1,378 trilhão. O crescimento foi puxado pelo crédito imobiliário (+13%), crédito comercial para pessoas físicas (+13,4%) e para pessoas jurídicas (+14,2%), além de avanços de 1,0% em saneamento e infraestrutura e de 0,6% no agronegócio.
A taxa de inadimplência para atrasos superiores a 90 dias ficou em 3%, com aumento de 1,09 ponto percentual em 12 meses. As despesas de pessoal, considerando a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), cresceram 3,5% no período. A cobertura dessas despesas pelas receitas secundárias do banco foi de 82,5%.
Ao final de 2025, a Caixa contava com 84.394 empregados, um aumento de 1.087 postos de trabalho em 12 meses. No mesmo período, houve acréscimo de 3,5 milhões de clientes, totalizando 157,2 milhões. Apesar da expansão das operações, o banco reduziu sua estrutura física: encerrou o ano com 3.120 agências, após o fechamento de 138 unidades. Também foram encerrados 195 postos de atendimento, 134 unidades lotéricas e 807 correspondentes Caixa Aqui.
Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, o desempenho demonstra o fortalecimento da capacidade operacional da Caixa. “O movimento sinaliza ganhos de eficiência e evidencia o esforço dos empregados do banco, que sustentaram a trajetória de crescimento ao longo do ano em um contexto de aumento do número de clientes e redução da rede de atendimento, o que tende a elevar a carga de trabalho e a pressão sobre estes trabalhadores”, pontua.
“O lucro de R$ 16 bilhões demonstra a força da Caixa e a competência de seus empregados. É preciso reconhecer que esse resultado foi construído com muito esforço, mesmo diante do fechamento de agências, de postos de atendimento, de lotéricas e de correspondentes Caixa Aqui. Não é possível ampliar crédito, atender mais 3,5 milhões de clientes e manter a qualidade do serviço público sem sobrecarregar quem está na linha de frente”, afirma Takemoto.
O presidente da Fenae destaca ainda que o lucro elevado fortalece a instituição, mas sua sustentabilidade exige alinhamento entre desempenho financeiro e missão social. “A Caixa é um banco público. O crescimento econômico precisa caminhar junto com sua função social, com a manutenção da rede de atendimento e com a valorização dos empregados, que são os responsáveis por executar as políticas públicas e garantir o atendimento à população”, conclui Sergio Takemoto.
Canal da Fenae no WhatsApp
Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da entidade e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae.
FENAE
Quer ler todas as publicações da FENAE?
Clique no botão abaixo e tenha acesso ao site oficial.












