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APCEF/SC

Comemore o aniversário FENAE com a safra Nosso Valor

E para comemorar em grande estilo, desta vez, até quem não tem moedas poderá comprar. Basta ser associado Apcef. Tem voucher Shell, Americanas e TVs. Tudo com 50% de desconto!   Quando? Dia 28/05/2022, a partir de 10h.  Lembrando que os associados podem adquirir também com pontos

Seletiva de canastra

No dia 25 de junho a partir das 09:00 horas será realizada a 3ª etapa da seletiva de Canastra da Apcef/SC. A 4ª e última etapa está agendada para 06 de agosto. A pontuação individual permite ao participante alterar o parceiro e/ou substituí-lo em suas

JOGOS DA FENAE 2022 – FIM DA PRIMEIRA ETAPA!

Com clima pra lá de animado, no sábado (18) encerrou a primeira fase dos Jogos da Fenae 2022.  Durante os três dias de partidas classificatórias os atletas se dedicaram ao máximo. Os associados de Santa Catarina estão de parabéns!  Carlos Alfredo Franklin diretor do esporte

Associados comemoram os 62 anos da APCEF/SC

No sábado, 7 de maio, os associados da APCEF/SC celebraram os 62 anos da Associação. Após dois anos sem a festa – em razão da pandemia – o Salão Nobre pode novamente ser aberto para a tradicional comemoração de aniversário. A festa foi realizada após

Nova Diretoria: Gestão “Somos Todos APCEF” é empossada

Na noite de 7 de maio de 2022, foi empossada a nova diretoria da APCEF/SC. A cerimonia, realizada no Espaço Flamboyant foi iniciada com a leitura da ata da eleição, pelo presidente da comissão eleitoral, João Alberto Moschkovic. Os componentes da Chapa ‘Somos Todos APCEF’, vencedora

APCEF/SC completa 62 anos!

 Hoje a APCEF/SC completa seus 62 anos de história! A Associação é mais que uma estrutura em um lugar bonito. Ela é feita do apoio e união de cada um dos seus mais de 3.028 associados. A APCEF/SC foi idealizada para ser uma voz na

Especial 51 anos FENAE

Em comemoração aos 51 anos, a FENAE vai realizar um bingo virtual no próximo dia 26/05, às 19h30. O evento será transmitido ao vivo por plataforma exclusiva no link:  http://www.fenae.org.br/bingofenae A Plataforma estará aberta para inscrições prévias a partir do dia 19/05. Mas vale também

CIRCULO ÍTALO BRASILEIRO DE SANTA CATARINA

O Círculo Ítalo Brasileiro de Santa Catarina- CIB/SC é uma entidade que congrega italianos, descendentes e simpatizantes da cultura italiana para conservar os vários campos de arte, cultura e ciência. Através do convênio firmado entre a APCEF-SC e a CIB/SC, os associados e seus dependentes terão

Jogos de Integração APCEF/SC 2022

Os Jogos de Integração foram realizados na APCEF/SC, no dia 23 de abril de 2022. Após as incertezas trazidas pela pandemia, os atletas de SC puderam finalmente se reencontrar e celebrar as alegrias que o esporte proporciona. As disputas foram realizadas na sede, na UFSC

A APCEF/SC está com processo seletivo para contratação de empresa especializada na prestação de serviço no ramo de restaurante e lanchonete para a Sede, em Jurerê. O restaurante terá sua operação na Rua das Moreias, no local conhecido como Salão de Eventos, enquanto que, a

Atletas da APCEF/SC participam da Corrida Fenae 2022

A Corrida de 5k, foi realizada no dia 23 de abril. A largada foi às 7h, e foi a primeira atividade do Jogos de Integração 2022, da APCEF/SC. Confira as fotos do evento e, nas últimas imagens a colocação dos atletas.      

Mês do bancário

A Unyleya tem uma promoção especial para o gerente de banco. A Unyleya é uma Holding Internacional de Educação, com atuação em todos os países de língua portuguesa, é hoje a líder de mercado EAD no Brasil com mais de1.800 cursos. Confira!  

Notícias direto da

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Projeto Viva Mulher Segura semeia autonomia, acolhimento e esperança em Samambaia/DF

Há projetos que deixam marca. E há projetos que criam raízes. Em Samambaia, no Distrito Federal, o Viva Mulher Segura faz exatamente isso: planta acolhimento, fortalece vínculos e abre caminhos para que mulheres em situação de vulnerabilidade reencontrem autoestima, autonomia e a certeza de que não estão sozinhas.
 
No último sábado (25), o Encontro Solidário promovido pela Fenae, Apcef/DF, ONG Moradia e Cidadania, a Wiz, o Instituto Viva Mulher Direitos e Cidadania e empregados Caixa transformou a comunidade em um espaço de alegria, união e reconhecimento. A programação incluiu café da manhã coletivo e a entrega de ovos de Páscoa às crianças filhas das mulheres atendidas pelo projeto.
 
Ao falar sobre a iniciativa, o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, resumiu o propósito do projeto. “A gente precisa gerar possibilidades e oportunidades para que as pessoas possam ter uma vida mais digna, possam sonhar com um mundo mais justo, melhor e com mais igualdade”, disse. Ele reforçou um desejo que traduz o objetivo do projeto. “Que um dia projetos como esse não precisem mais existir porque as mulheres possam, simplesmente, viver com segurança, dignidade e liberdade”.

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Presidente do Instituto Viva Mulher Direitos e Cidadania, Lúcia Bessa destacou que o impacto do projeto está na transformação concreta da vida das pessoas. “O que vocês estão fazendo aqui com as mulheres e crianças é transformação de vidas. Nós não somos números. Somos mulheres, meninas, crianças e jovens que nos colocamos à disposição para mudar a existência de nós mesmas, das nossas famílias e da nossa comunidade”, afirmou.
 
O presidente da Moradia e Cidadania, Laurêncio Körbes, ressaltou a autonomia construída ao longo do processo. “Vale a pena fazer. Agora vocês já têm autonomia para continuar. Nós vamos seguir juntos até o final do ano nesse projeto, depois apoiaremos outra comunidade. E vocês vão seguir em frente”, disse.
 

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Presidente da Apcef/DF, Herculano Bala destacou que, embora esse ciclo do projeto esteja chegando ao fim, o que foi construído permanece. “Nós plantamos uma sementinha, e ela já está dando frutos. Agora vocês não podem deixar de regar essa plantinha. Isso é bom para vocês e é bom para todos”, afirmou.
 
Representando a Wiz, parceira da iniciativa, a superintendente Carol Lopes reforçou o compromisso com a continuidade do apoio. “Para a Wiz é um presente estar aqui com vocês. Apoiá-los é uma alegria, e vocês podem contar com a gente sempre”, disse.
 
Mas foram as vozes da própria comunidade que deram a medida mais exata do impacto. Kelly Gonçalves Feitosa resumiu o que encontrou no Viva Mulher. Ela disse que o Viva Mulher Segura entrou em sua vida como “um refúgio, uma segurança”. “Hoje sabemos dos nossos direitos, sabemos até onde podemos ir, e aprendemos coisas que podem transformar nossa vida”, descreveu.
 
Talvez esteja aí a maior conquista do projeto - criar condições para que o cuidado floresça em autonomia. “Quando um projeto consegue transformar acolhimento em força e aprendizado em autonomia, ele deixa de ser apenas projeto. Vira caminho”, concluiu Takemoto.




Em reunião com presidente do banco, Fenae cobra transparência e revisão de critérios do Bônus Caixa e Super Caixa

O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, se reuniu com o presidente do banco, Carlos Vieira, nesta sexta-feira (24), para cobrar mais transparência e revisão dos critérios adotados no pagamento do Bônus Caixa e do programa SuperCaixa. 

O encontro contou com a participação da representante dos empregados no Conselho de Administração do banco, Fabiana Uehara; a diretora da Apcef/SP, Fernanda dos Anjos e do diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília, Guilherme Simões. Pela Caixa, além de Vieira, participaram a Assessora Estratégica da Presidência, Salete Cavalcanti; a Vice-Presidente de Pessoas (Vipes), Adriana Velloso e o representante da Vice-Presidência de Varejo (Vivar), Hugo Kaneshiro.

Os representantes dos empregados apresentaram relatos de empregados que apontam inconsistências nos critérios de avaliação e pagamento dos programas, além de situações em que trabalhadores se sentiram prejudicados ou não contemplados.

Sergio Takemoto reforçou que a atuação das entidades é uma resposta direta às demandas dos empregados e defendeu que os programas sejam debatidos de forma coletiva. “Não dá para aceitar que a Caixa imponha, de forma unilateral, critérios de pagamento e avaliação. Queremos transparência, critérios justos e, principalmente, participação das entidades representativas na construção desses programas”, afirmou.

O presidente da Fenae também ressaltou que o papel das entidades não substitui a mesa formal de negociação. “Não estamos aqui para substituir a mesa de negociação. O que queremos é qualificar o debate e garantir que tudo aquilo que impacta os empregados seja discutido com suas representações legítimas”, completou.

Para Fabiana Uehara, a principal cobrança é por critérios objetivos e comunicação mais transparente. “Falta um parâmetro claro. Quando isso não existe, a expectativa dos empregados é frustrada. Precisamos entender quais são os critérios, como são feitas as avaliações e por que há casos de pessoas que não receberam o bônus”, pontuou a representante dos empregados no CA do banco. Ela também destacou a importância de a empresa dar retorno estruturado às agências e aos trabalhadores sobre os resultados dos programas.

Os questionamentos levados pela representação refletem um sentimento generalizado na base, como destacou a presidenta da Agecef/SP, Fernanda dos Anjos. “Levamos vários casos recebidos por meio de grupos, e-mails e chamados abertos. São situações em que os empregados não perceberam justiça ou clareza nos critérios adotados”, afirmou. Ela destacou ainda que há uma percepção de tratamento distinto entre o Bônus Caixa e o Super Caixa, o que tem gerado dúvidas e frustração entre os trabalhadores.

Um dos encaminhamentos da reunião foi a retomada do grupo de trabalho que vinha analisando casos relacionados ao Super Caixa, especialmente aqueles que tiveram contestação ou não receberam o pagamento. A Caixa também sinalizou a possibilidade de reavaliar o programa ainda este ano.

A direção da Caixa reconheceu a necessidade de avançar no diálogo e indicou a criação de um fórum permanente para tratar do tema, além da retomada do grupo de trabalho. O presidente Carlos Vieira afirmou que o banco está em processo de ajuste das métricas e que o objetivo é corrigir distorções. 




Direitos de quem materna ganham destaque em cartilha apresentada à Fenae e Apcefs de todo país

Os direitos das mães no mercado de trabalho foi tema de reunião com o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), os presidentes das Apcefs e os coordenadores da ONG Moradia e Cidadania de todo o Brasil. Durante o encontro on-line, realizado na tarde de quinta-feira (23/4), foi apresentada a cartilha “Maternagem e o Mundo do Trabalho: Conheça seus direitos”, uma publicação da LBS Advogadas e Advogados e a Associação de Docentes da UNICAMP (ADunicamp), em parceria com o Ministério das Mulheres. A publicação está  disponível na plataforma Fenae Transforma , para acesso de gestores e beneficiárias dos projetos sociais.

A cartilha foi apresentada pela advogada Luciana Lacerda Baptista Barreto, da LBS Advogados. Durante a palestra, ela detalhou o conteúdo da publicação e explicou os principais direitos das mães no mundo do trabalho, abordando temas como violência obstétrica, direito à creche, situação de mães encarceradas e de mulheres em situação de rua. Também destacou práticas recorrentes no ambiente profissional, como a pressão por desligamento após a licença-maternidade ou dificuldades na progressão de carreira, realidade enfrentada por muitas mulheres, especialmente no setor bancário.

Durante o encontro, o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, destacou a importância de ampliar o acesso à informação como forma de fortalecer a luta pelos direitos das mulheres. “Para exercermos nossos direitos, precisamos conhecê-los. Quando falamos dos direitos das mulheres, mais do que nunca é necessário ampliar a divulgação dessa cartilha. Sem dúvida, precisamos trabalhar na conscientização, porque só assim conseguiremos fortalecer essa luta”, afirmou.

A diretora de Impacto Social, Giselle Menezes, reforçou a importância da Plataforma Fenae Transforma como ferramenta para ampliar o acesso ao conhecimento, contribuindo para a formação e o fortalecimento dos projetos desenvolvidos nos territórios.

“É isso que temos trabalhado continuamente, incentivando o uso dos aplicativos e da plataforma Fenae Transforma. Integrar iniciativas como a campanha Fenae com Elas reforça nosso compromisso de levar informação às comunidades”, destacou.

Segundo a advogada Luciana, a cartilha foi construída a partir da escuta de diversos coletivos e grupos de mulheres: indígenas, negras, trabalhadoras domésticas, além de sindicatos da categoria. Além disso, ela dialoga com mães pela diversidade, mães de crianças com deficiência e pessoas trans. 

“É um material que reúne essas diferentes vozes e experiências para construir um conteúdo mais amplo, representativo e conectado com a realidade. É também um instrumento de informação sobre as violências e sobre os direitos das mulheres como um todo, inclusive como forma de ajudar a romper o ciclo da violência. Esse debate dialoga diretamente com a pauta do Feminicídio Zero, encampada tanto pelo Ministério quanto pelo governo federal”, explicou a advogada Luciana. 

A diretora da Fenae, Lourdes Barboza, destacou a importância da cartilha como instrumento de diálogo e formação, capaz de conectar diferentes públicos, que vai desde participantes dos projetos sociais até empregados da Caixa, e em contribuir para a ampliação do conhecimento sobre direitos. Segundo ela, o material também fortalece a realização de rodas de conversa e espaços de escuta, fundamentais para esclarecer dúvidas e compartilhar experiências.

“A cartilha dialoga com todas nós, com as mulheres dos projetos, com empregadas e empregados da Caixa, e é fundamental que seja lida e debatida. Muitas de nós fomos mães em um período em que vários desses direitos ainda não existiam, por isso é tão importante se atualizar e levar essa informação adiante”, disse Lourdes. 

“O futuro é construído por pessoas, e isso passa diretamente pelo cuidado com a infância, a adolescência e pela valorização da maternagem. É uma responsabilidade de toda a sociedade. Precisamos fortalecer essa pauta, cobrar políticas públicas e garantir que mulheres e famílias tenham acesso a seus direitos. Esse material é mais uma ferramenta para apoiar esse processo e promover uma transformação real na vida das pessoas”, finalizou a diretora. 

Para o presidente da ONG Moradia e Cidadania, Laurêncio Körbes, a iniciativa da Fenae de compartilhar o conteúdo da cartilha com as Apcefs e com os coordenadores estaduais da ONG é fundamental para fortalecer o trabalho desenvolvido nos territórios.

“A cartilha trata de um conceito muito importante, que é a maternagem. À primeira vista, pode parecer uma palavra difícil, mas ela diz respeito a tudo que envolve o cuidado, o acolhimento, o exercício de ser mãe e, mais do que isso, o cuidado com as pessoas de forma ampla. Esse olhar contribui diretamente para o fortalecimento dos projetos que desenvolvemos nas coordenações em todo o Brasil”, reforçou Körbes.

Futuro Brilhar

Para fortalecer a campanha e ampliar o engajamento de empregados da Caixa, aposentados, pensionistas e da sociedade civil em geral, acesse o site Futuro Brilhar: https://futurobrilhar.fenae.org.br/. Na plataforma, os doadores encontram informações sobre a campanha, os projetos em andamento e notícias relacionadas.

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Encontro debate adoecimento da categoria e prepara pauta para a Campanha Nacional 2026

O Encontro Nacional de Saúde do(a) Trabalhador(a) Bancário(a), realizado na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, reuniu dirigentes sindicais de diversas regiões do país para debater o cenário de adoecimento da categoria e construir propostas que irão subsidiar a Campanha Nacional dos Bancários de 2026 entre quarta e quinta-feira (22 e 23).

O objetivo foi organizar a luta por melhores condições de trabalho que preservem a saúde dos trabalhadores do sistema financeiro, com atualização da pauta de reivindicações diante das transformações recentes no setor.

Entre os principais temas debatidos estiveram os riscos psicossociais relacionados ao trabalho, o crescimento do adoecimento psíquico e o avanço do assédio moral organizacional, com destaque para o assédio algorítmico e a vigilância digital utilizados para intensificar o controle e a cobrança por resultados.

Segundo o secretário de Saúde da Contraf-CUT, Mauro Salles, o nível de adoecimento na categoria atingiu patamares preocupantes. “A categoria bancária vive um nível extremamente elevado de adoecimento, principalmente por transtornos mentais e comportamentais. Isso não acontece por acaso. É resultado de um modelo de gestão baseado em metas abusivas, pressão permanente por resultados e medo constante em relação ao futuro profissional”, afirmou.

Os participantes apontaram que a gestão por estresse, associada a sistemas de avaliação de desempenho, remuneração variável e uso intensivo de tecnologias de monitoramento, tem ampliado o sofrimento psíquico, o esgotamento e o afastamento de trabalhadores.

O encontro também destacou a falta de políticas reais de prevenção por parte dos bancos. De acordo com os dirigentes, os serviços médicos das instituições seguem subordinados à lógica da produtividade, enquanto trabalhadores adoecidos enfrentam dificuldades para acessar tratamento, reconhecimento do nexo ocupacional e benefícios previdenciários junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Para Mauro Salles, o movimento sindical terá papel decisivo no próximo período. “Nosso desafio é duplo: combater as causas estruturais do adoecimento e garantir acolhimento, reabilitação e reparação aos trabalhadores atingidos. A renovação da Convenção Coletiva em 2026 precisa avançar em mecanismos concretos de prevenção, fiscalização e proteção à saúde da categoria”, destacou.

As discussões do Encontro Nacional de Saúde servirão como base para as conferências regionais e estaduais e para a construção final da pauta nacional de reivindicações dos trabalhadores do ramo financeiro.

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Fonte: Contraf-CUT




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