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APCEF/SC

Quem é você além da CaiXa?

Quem é você além da Caixa? Esse é o projeto da APCEF/SC que quer mostrar as atividades que os associados desenvolvem além do ofício de bancário, sejam eles da ativa ou aposentados. Você cultiva hortas, produz cervejas, dá aulas, ensina algo, canta? Conte para os

Inscrições para o Feriado de Páscoa

No dia 8 de março inicia o período de inscrições para o feriado de Páscoa. Para hospedagem em: 14 a 17/04/2022. Para se inscrever no processo seletivo, acesse o Portal do Associado com seu login e senha. Confira o cronograma: Início das inscrições: 08/03/2022 Término

Vem aí o Projeto APCEFINHO – Diversão e Segurança

Com o objetivo de ensinar crianças sobre a segurança no mar e nas piscinas, a APCEF/SC criou o projeto APCEFINHO – Diversão e Segurança. O projeto contará com uma atividade lúdica, todas as quintas-feiras, na Sede. Além da apresentação de vídeos com alertas de segurança,

Participe do Dia da Mulher APCEF/SC

No sábado, 12 de março, a APCEF/SC estará com uma programação especial voltada para as Mulheres. Com início as 13h, as associadas contarão com uma tarde de spa. Cada participante poderá usufruir de uma atividade. Para tanto, é necessário se inscrever até o dia 10

Talentos Fenae 2022  

Está chegando um dos momentos mais aguardados pelos artistas da Caixa. O Talentos Fenae/Apcef 2022!   E os associados – empregados Caixa, aposentados, pensionistas e dependentes – já podem começar a preparar suas obras. As inscrições da sétima edição do maior concurso cultural corporativo do

Dicas para os trilheiros

Se você gosta de trilhas então preste atenção nessa dica! O aplicativo Let’s Hike traz todas as informações necessárias para que você possa percorrer as 13 principais trilhas de Floripa. Trajeto, grau de dificuldade, tempo médio de duração, desnível e informações sobre revitalização do caminho,

Vote em Rita Serrano para o CA CAIXA

Por que sou candidata? Nos últimos anos, lutei no CA contra a privatização das operações do banco, pela defesa da Caixa 100% pública e por melhores condições de trabalho para os empregados. Minha atuação teve aprovação de 94% dos empregados (pesquisa de março/21). Quero seguir

Évvea Moda feminina

A Apcef/SC e Évvea Moda feminina firmaram uma parceria a qual associados Apcef/SC e seus dependentes, possuem descontos de 15%   Acesse o site https://evvea.com.br/ e insira o cupom: APCEF15  Contato/ Carolina: 48 99915-9965  E-mail: contato@evvea.com.br  

INSPIRA FENAE 2022, PARA IMAGINAR UM MUNDO MELHOR

Com um público reduzido e com todos os cuidados sanitários, o primeiro evento presencial deste ano realizado pela Fenae será o Inspira 2022, com o tema Imagine. Refletir nesse momento sobre o que fazer para construir um mundo melhor é o “mote” do evento, que

161 ANOS: CAIXA SOCIAL É CAIXA PÚBLICA

Fenae e Contraf lançam carta em apoio à Caixa 100% pública e para todos os brasileiros         Live especial no aniversário da Caixa   “Caixa Social é Caixa pública”. Esse será o tema da live no dia 12 de janeiro em comemoração

CONFIRA O ANDAMENTO DAS AÇÕES COLETIVAS DE PARIDADE

As ações de paridade seguem avançando na justiça. O relatório é divulgado mensalmente pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e o objetivo das ações é restabelecer a paridade no equacionamento do Reg/Replan Não Saldado, um direito inegociável dos participantes

Feliz Dia do Aposentado!

Parabéns pelo seu dia, Aposentado Caixa! Parabéns por sua trajetória e por tudo que você contribuiu para a construção desse país e a melhoria da vida de milhares de brasileiros. Aproveite cada momento junto aos seus. Aproveite para fazer o que gosta e viver bem!

Último dia para cancelamento das Reservas para Março

Se você foi contemplado no processo seletivo para Março, mas mudou de planos, fique atento e cancele sua reserva até hoje (18/01). Cancele no Portal do Associado ou por meio do e-mail: reservas@apcefsc.org.br  

Inscrições para Março começam dia 6 de janeiro

No dia 6 de janeiro inicia o período de inscrições para as hospedagens na sede, durante o mês de março Para se inscrever, basta acessar o Portal do Associado e utilizar sua matrícula e senha. Início das inscrições: 06/01/2022 Término das inscrições: 13/01/2022 Divulgação do

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Projeto Viva Mulher Segura semeia autonomia, acolhimento e esperança em Samambaia/DF

Há projetos que deixam marca. E há projetos que criam raízes. Em Samambaia, no Distrito Federal, o Viva Mulher Segura faz exatamente isso: planta acolhimento, fortalece vínculos e abre caminhos para que mulheres em situação de vulnerabilidade reencontrem autoestima, autonomia e a certeza de que não estão sozinhas.
 
No último sábado (25), o Encontro Solidário promovido pela Fenae, Apcef/DF, ONG Moradia e Cidadania, a Wiz, o Instituto Viva Mulher Direitos e Cidadania e empregados Caixa transformou a comunidade em um espaço de alegria, união e reconhecimento. A programação incluiu café da manhã coletivo e a entrega de ovos de Páscoa às crianças filhas das mulheres atendidas pelo projeto.
 
Ao falar sobre a iniciativa, o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, resumiu o propósito do projeto. “A gente precisa gerar possibilidades e oportunidades para que as pessoas possam ter uma vida mais digna, possam sonhar com um mundo mais justo, melhor e com mais igualdade”, disse. Ele reforçou um desejo que traduz o objetivo do projeto. “Que um dia projetos como esse não precisem mais existir porque as mulheres possam, simplesmente, viver com segurança, dignidade e liberdade”.

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Presidente do Instituto Viva Mulher Direitos e Cidadania, Lúcia Bessa destacou que o impacto do projeto está na transformação concreta da vida das pessoas. “O que vocês estão fazendo aqui com as mulheres e crianças é transformação de vidas. Nós não somos números. Somos mulheres, meninas, crianças e jovens que nos colocamos à disposição para mudar a existência de nós mesmas, das nossas famílias e da nossa comunidade”, afirmou.
 
O presidente da Moradia e Cidadania, Laurêncio Körbes, ressaltou a autonomia construída ao longo do processo. “Vale a pena fazer. Agora vocês já têm autonomia para continuar. Nós vamos seguir juntos até o final do ano nesse projeto, depois apoiaremos outra comunidade. E vocês vão seguir em frente”, disse.
 

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Presidente da Apcef/DF, Herculano Bala destacou que, embora esse ciclo do projeto esteja chegando ao fim, o que foi construído permanece. “Nós plantamos uma sementinha, e ela já está dando frutos. Agora vocês não podem deixar de regar essa plantinha. Isso é bom para vocês e é bom para todos”, afirmou.
 
Representando a Wiz, parceira da iniciativa, a superintendente Carol Lopes reforçou o compromisso com a continuidade do apoio. “Para a Wiz é um presente estar aqui com vocês. Apoiá-los é uma alegria, e vocês podem contar com a gente sempre”, disse.
 
Mas foram as vozes da própria comunidade que deram a medida mais exata do impacto. Kelly Gonçalves Feitosa resumiu o que encontrou no Viva Mulher. Ela disse que o Viva Mulher Segura entrou em sua vida como “um refúgio, uma segurança”. “Hoje sabemos dos nossos direitos, sabemos até onde podemos ir, e aprendemos coisas que podem transformar nossa vida”, descreveu.
 
Talvez esteja aí a maior conquista do projeto - criar condições para que o cuidado floresça em autonomia. “Quando um projeto consegue transformar acolhimento em força e aprendizado em autonomia, ele deixa de ser apenas projeto. Vira caminho”, concluiu Takemoto.




Em reunião com presidente do banco, Fenae cobra transparência e revisão de critérios do Bônus Caixa e Super Caixa

O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, se reuniu com o presidente do banco, Carlos Vieira, nesta sexta-feira (24), para cobrar mais transparência e revisão dos critérios adotados no pagamento do Bônus Caixa e do programa SuperCaixa. 

O encontro contou com a participação da representante dos empregados no Conselho de Administração do banco, Fabiana Uehara; a diretora da Apcef/SP, Fernanda dos Anjos e do diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília, Guilherme Simões. Pela Caixa, além de Vieira, participaram a Assessora Estratégica da Presidência, Salete Cavalcanti; a Vice-Presidente de Pessoas (Vipes), Adriana Velloso e o representante da Vice-Presidência de Varejo (Vivar), Hugo Kaneshiro.

Os representantes dos empregados apresentaram relatos de empregados que apontam inconsistências nos critérios de avaliação e pagamento dos programas, além de situações em que trabalhadores se sentiram prejudicados ou não contemplados.

Sergio Takemoto reforçou que a atuação das entidades é uma resposta direta às demandas dos empregados e defendeu que os programas sejam debatidos de forma coletiva. “Não dá para aceitar que a Caixa imponha, de forma unilateral, critérios de pagamento e avaliação. Queremos transparência, critérios justos e, principalmente, participação das entidades representativas na construção desses programas”, afirmou.

O presidente da Fenae também ressaltou que o papel das entidades não substitui a mesa formal de negociação. “Não estamos aqui para substituir a mesa de negociação. O que queremos é qualificar o debate e garantir que tudo aquilo que impacta os empregados seja discutido com suas representações legítimas”, completou.

Para Fabiana Uehara, a principal cobrança é por critérios objetivos e comunicação mais transparente. “Falta um parâmetro claro. Quando isso não existe, a expectativa dos empregados é frustrada. Precisamos entender quais são os critérios, como são feitas as avaliações e por que há casos de pessoas que não receberam o bônus”, pontuou a representante dos empregados no CA do banco. Ela também destacou a importância de a empresa dar retorno estruturado às agências e aos trabalhadores sobre os resultados dos programas.

Os questionamentos levados pela representação refletem um sentimento generalizado na base, como destacou a presidenta da Agecef/SP, Fernanda dos Anjos. “Levamos vários casos recebidos por meio de grupos, e-mails e chamados abertos. São situações em que os empregados não perceberam justiça ou clareza nos critérios adotados”, afirmou. Ela destacou ainda que há uma percepção de tratamento distinto entre o Bônus Caixa e o Super Caixa, o que tem gerado dúvidas e frustração entre os trabalhadores.

Um dos encaminhamentos da reunião foi a retomada do grupo de trabalho que vinha analisando casos relacionados ao Super Caixa, especialmente aqueles que tiveram contestação ou não receberam o pagamento. A Caixa também sinalizou a possibilidade de reavaliar o programa ainda este ano.

A direção da Caixa reconheceu a necessidade de avançar no diálogo e indicou a criação de um fórum permanente para tratar do tema, além da retomada do grupo de trabalho. O presidente Carlos Vieira afirmou que o banco está em processo de ajuste das métricas e que o objetivo é corrigir distorções. 




Direitos de quem materna ganham destaque em cartilha apresentada à Fenae e Apcefs de todo país

Os direitos das mães no mercado de trabalho foi tema de reunião com o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), os presidentes das Apcefs e os coordenadores da ONG Moradia e Cidadania de todo o Brasil. Durante o encontro on-line, realizado na tarde de quinta-feira (23/4), foi apresentada a cartilha “Maternagem e o Mundo do Trabalho: Conheça seus direitos”, uma publicação da LBS Advogadas e Advogados e a Associação de Docentes da UNICAMP (ADunicamp), em parceria com o Ministério das Mulheres. A publicação está  disponível na plataforma Fenae Transforma , para acesso de gestores e beneficiárias dos projetos sociais.

A cartilha foi apresentada pela advogada Luciana Lacerda Baptista Barreto, da LBS Advogados. Durante a palestra, ela detalhou o conteúdo da publicação e explicou os principais direitos das mães no mundo do trabalho, abordando temas como violência obstétrica, direito à creche, situação de mães encarceradas e de mulheres em situação de rua. Também destacou práticas recorrentes no ambiente profissional, como a pressão por desligamento após a licença-maternidade ou dificuldades na progressão de carreira, realidade enfrentada por muitas mulheres, especialmente no setor bancário.

Durante o encontro, o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, destacou a importância de ampliar o acesso à informação como forma de fortalecer a luta pelos direitos das mulheres. “Para exercermos nossos direitos, precisamos conhecê-los. Quando falamos dos direitos das mulheres, mais do que nunca é necessário ampliar a divulgação dessa cartilha. Sem dúvida, precisamos trabalhar na conscientização, porque só assim conseguiremos fortalecer essa luta”, afirmou.

A diretora de Impacto Social, Giselle Menezes, reforçou a importância da Plataforma Fenae Transforma como ferramenta para ampliar o acesso ao conhecimento, contribuindo para a formação e o fortalecimento dos projetos desenvolvidos nos territórios.

“É isso que temos trabalhado continuamente, incentivando o uso dos aplicativos e da plataforma Fenae Transforma. Integrar iniciativas como a campanha Fenae com Elas reforça nosso compromisso de levar informação às comunidades”, destacou.

Segundo a advogada Luciana, a cartilha foi construída a partir da escuta de diversos coletivos e grupos de mulheres: indígenas, negras, trabalhadoras domésticas, além de sindicatos da categoria. Além disso, ela dialoga com mães pela diversidade, mães de crianças com deficiência e pessoas trans. 

“É um material que reúne essas diferentes vozes e experiências para construir um conteúdo mais amplo, representativo e conectado com a realidade. É também um instrumento de informação sobre as violências e sobre os direitos das mulheres como um todo, inclusive como forma de ajudar a romper o ciclo da violência. Esse debate dialoga diretamente com a pauta do Feminicídio Zero, encampada tanto pelo Ministério quanto pelo governo federal”, explicou a advogada Luciana. 

A diretora da Fenae, Lourdes Barboza, destacou a importância da cartilha como instrumento de diálogo e formação, capaz de conectar diferentes públicos, que vai desde participantes dos projetos sociais até empregados da Caixa, e em contribuir para a ampliação do conhecimento sobre direitos. Segundo ela, o material também fortalece a realização de rodas de conversa e espaços de escuta, fundamentais para esclarecer dúvidas e compartilhar experiências.

“A cartilha dialoga com todas nós, com as mulheres dos projetos, com empregadas e empregados da Caixa, e é fundamental que seja lida e debatida. Muitas de nós fomos mães em um período em que vários desses direitos ainda não existiam, por isso é tão importante se atualizar e levar essa informação adiante”, disse Lourdes. 

“O futuro é construído por pessoas, e isso passa diretamente pelo cuidado com a infância, a adolescência e pela valorização da maternagem. É uma responsabilidade de toda a sociedade. Precisamos fortalecer essa pauta, cobrar políticas públicas e garantir que mulheres e famílias tenham acesso a seus direitos. Esse material é mais uma ferramenta para apoiar esse processo e promover uma transformação real na vida das pessoas”, finalizou a diretora. 

Para o presidente da ONG Moradia e Cidadania, Laurêncio Körbes, a iniciativa da Fenae de compartilhar o conteúdo da cartilha com as Apcefs e com os coordenadores estaduais da ONG é fundamental para fortalecer o trabalho desenvolvido nos territórios.

“A cartilha trata de um conceito muito importante, que é a maternagem. À primeira vista, pode parecer uma palavra difícil, mas ela diz respeito a tudo que envolve o cuidado, o acolhimento, o exercício de ser mãe e, mais do que isso, o cuidado com as pessoas de forma ampla. Esse olhar contribui diretamente para o fortalecimento dos projetos que desenvolvemos nas coordenações em todo o Brasil”, reforçou Körbes.

Futuro Brilhar

Para fortalecer a campanha e ampliar o engajamento de empregados da Caixa, aposentados, pensionistas e da sociedade civil em geral, acesse o site Futuro Brilhar: https://futurobrilhar.fenae.org.br/. Na plataforma, os doadores encontram informações sobre a campanha, os projetos em andamento e notícias relacionadas.

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Encontro debate adoecimento da categoria e prepara pauta para a Campanha Nacional 2026

O Encontro Nacional de Saúde do(a) Trabalhador(a) Bancário(a), realizado na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, reuniu dirigentes sindicais de diversas regiões do país para debater o cenário de adoecimento da categoria e construir propostas que irão subsidiar a Campanha Nacional dos Bancários de 2026 entre quarta e quinta-feira (22 e 23).

O objetivo foi organizar a luta por melhores condições de trabalho que preservem a saúde dos trabalhadores do sistema financeiro, com atualização da pauta de reivindicações diante das transformações recentes no setor.

Entre os principais temas debatidos estiveram os riscos psicossociais relacionados ao trabalho, o crescimento do adoecimento psíquico e o avanço do assédio moral organizacional, com destaque para o assédio algorítmico e a vigilância digital utilizados para intensificar o controle e a cobrança por resultados.

Segundo o secretário de Saúde da Contraf-CUT, Mauro Salles, o nível de adoecimento na categoria atingiu patamares preocupantes. “A categoria bancária vive um nível extremamente elevado de adoecimento, principalmente por transtornos mentais e comportamentais. Isso não acontece por acaso. É resultado de um modelo de gestão baseado em metas abusivas, pressão permanente por resultados e medo constante em relação ao futuro profissional”, afirmou.

Os participantes apontaram que a gestão por estresse, associada a sistemas de avaliação de desempenho, remuneração variável e uso intensivo de tecnologias de monitoramento, tem ampliado o sofrimento psíquico, o esgotamento e o afastamento de trabalhadores.

O encontro também destacou a falta de políticas reais de prevenção por parte dos bancos. De acordo com os dirigentes, os serviços médicos das instituições seguem subordinados à lógica da produtividade, enquanto trabalhadores adoecidos enfrentam dificuldades para acessar tratamento, reconhecimento do nexo ocupacional e benefícios previdenciários junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Para Mauro Salles, o movimento sindical terá papel decisivo no próximo período. “Nosso desafio é duplo: combater as causas estruturais do adoecimento e garantir acolhimento, reabilitação e reparação aos trabalhadores atingidos. A renovação da Convenção Coletiva em 2026 precisa avançar em mecanismos concretos de prevenção, fiscalização e proteção à saúde da categoria”, destacou.

As discussões do Encontro Nacional de Saúde servirão como base para as conferências regionais e estaduais e para a construção final da pauta nacional de reivindicações dos trabalhadores do ramo financeiro.

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Fonte: Contraf-CUT




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